Vaidade Extrema atinge a maioria dos que procuram produtos de Beleza & Saúde

Em primeiro lugar, gostaríamos de dizer que essa é mais uma manchete do famoso 1º de Abril, quando muitas brincadeiras e falsas notícias circulam por aí, na internet ou no cotidiano das pessoas. A maioria de nós já se deparou com pegadinhas nessa data de algum jeito: às vezes por distração, em alguns casos pela manchete da notícia ser realmente irresistível, entre outros motivos.

A busca por padrões de beleza veiculados pela grande mídia são benéficos?

Aproveitamos a brincadeira para participar: apesar da chamada sensacionalista proposital, deixamos a reflexão sobre os mercados de saúde, beleza e bem-estar.

Reiteramos nosso objetivo de divulgar materiais, tutoriais, produtos e serviços de forma acessível e pautados nas contrapartidas sociais positivas. Boa leitura! 🙂

O marketing tem várias facetas e objetivos, sendo dois deles muito importantes: informar e gerar fluxo de vendas. Os dois caminhos tem foco no alcance das metas de anunciantes e na maioria das vezes, a melhoria do bem-estar social.

É comum os profissionais que atuam na área observarem as conseqüências do conhecimento que adquirimos sobre a natureza humana e sua interação com os mercados. Sendo assim, esse trabalho também tem uma abordagem reflexiva, trazendo a discussão sobre qual seria o melhor tipo de oferta para vender: nesse caso, produtos de beleza, saúde e bem-estar.

Estratégias de marketing no segmento de beleza, com apelos voltados para a vaidade extrema, demonstrando competitividade, busca pela superioridade, exaltando o estado da arte estética, tendem a ser bastante eficientes para o público-alvo, tão sensibilizado e fragilizado pelo incômodo com a própria aparência. No entanto, devemos refletir sobre o que isso pode estar causando nas mulheres e mais recentemente, nos homens também.

O mercado está atendendo somente aos anseios das pessoas muito vaidosas, ou incentivando o comportamento gerador de frustração, vergonha e outros sentimentos de inadequação?

O mercado pode causar insatisfação a partir da construção e propagação de padrões estéticos? E esses reduzem a auto-estima e então resolvem o problema vendendo produtos e serviços para melhorar a aparência física? É difícil dizer com propriedade, mas provavelmente esse tipo de posicionamento influencia o surgimento de comportamentos problemáticos envolvidos com o consumo.

Será que se as estratégias de marketing voltadas para o mercado da beleza, seguindo outro caminho, ofereceriam resultados mais satisfatórios? Alcançando, assim, a vaidade com preceitos mais equilibrados, harmônicos e menos padronizados?  A oferta dos produtos e serviços deve privilegiar noções como amor-próprio, cuidados pessoais, valorização da pessoa frente a si mesma, liberdade de escolha, dignidade e respeito perante as diferenças.

Sem comparações com corpos, silhuetas e rostos perfeitos, sem incentivo à competição, sem disparar uma busca desenfreada pela beleza a qualquer preço. É possível que as empresas e revendedores vendam menos, que o mercado pare de crescer de forma acelerada, mas também é possível que existam pessoas ais felizes e tranquilas com elas e as respectivas aparências delas mesmas.

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